Memórias do Cuando Cubango
“ Terras do Fim
do fim do Mundo "
Nas terras do Cuando Cubango
O sangue frio também pulsou…
E foi o corajoso Serpa Pinto
Que nas águas daqueles rios
E do rio Cuebe
Numa canoa,
navegou…
E numa tipóia, doente, ele andou…
Era uma terra
tranquila…
Com abundância de
milho e massambala
A agricultura era
relevante!...
A pecuária de bovinos,
caprinos e ovinos
Tinha uma actividade
económica
Abundância de cobre e
ouro
(sem terem sido
explorados)
Guardam uma riqueza
fascinante…
Com o rio Cuebe a
dividir
A capital de Menongue
E o Cuando Cubango a beijá-la
O potencial turístico
é invejável!...
Com zebras, elefantes
e cavalos
Cruzando-se naquela
savana
Formam uma beleza
incomparável!...
E numa embala, numa casa de adobes,
Coberta a capim, seu nome ele deixou
E foi aqui que “ Menongue” começou
E Serpa Pinto se fundou…
E continua a abrigar
O
povo que ali queira trabalhar…
Autora: "Maria Graciete
Silva e Sousa"


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